A PATERNIDADE E A SIMPLICIDADE NA ATUALIDADE

Sempre tive vontade de ser pai! Quando me encontro em um ambiente com crianças chego a acreditar que tenho certa vocação para elas. Talvez eu ganhe alguns pontos por me dispor a sentar no chão e acompanha-las nas brincadeiras; talvez por inventar brincadeiras, histórias, ilusões. Estar com meus sobrinhos (considerando filhos de amigos também) sempre é um grande momento de prazer onde consigo aliviar a tensão do dia-a-dia, esquecer as preocupações.

As coisas mudaram um pouco de cenário com o nascimento do meu filho. Adquiri algumas funções a mais do que “apenas a brincadeira”. Com tantas crises existenciais e medos, me causa um certo pânico saber que tenho papel fundamental na educação e na formação do caráter deste pequeno ser. O pânico é um pouco maior porque eu não consigo acompanhar/aprovar as práticas que tem sido comum no dia-a dia das crianças, talvez pela falta de segurança, talvez pela facilidade de mantê-las em casa com eletrônicos.

Hoje enxergo um paradoxo muito grande no nosso modo de viver; brigamos com unhas e dentes por liberdade e ao mesmo tempo somos escravos da sociedade. Vejo que o “ter” vem sobressaindo cada vez mais ao “ser”. E olha que conseguimos cobrança até no “ser”. Estamos presos! Presos aos trabalhos, presos aos títulos, presos aos bens, presos às marcas, presos às pessoas, presos na fala, presos no comportamento. A abundância de modelos e regras incentiva a fazermos tudo no automático; as vezes indo além da nossa capacidade/necessidade. E nossa liberdade criativa? E nossa curiosidade pelo desconhecido? E que horas vamos viver?

Muitas questões (extremamente pessoais, por isso optei por não citá-las) apareceram com a chegada do neném e uma grande porcentagem foi respondida com tudo que ele me ensinou. Ele conseguiu resgatar uma parte de mim que estava desacordada: a SIMPLICIDADE. Basta jogar uma fralda de pano para o alto e esperar cair na cabeça para soltar um “ui” que recebo uma gargalhada; basta tocar nas cordas do violão que consigo sua atenção; basta chegar em casa que ganho um chicletinho abraçado que não consigo nem tirar a roupa ou ir ao banheiro.

Ele me fez voltar no tempo e lembrar de tudo que eu precisava para viver e fazia para ser feliz. Um tempo que para cobrir o corpo eu não precisava de marca, e sim de uma roupa; que o meu carrinho não precisava ter vidro, luzes ou sons, bastava ter um lugar para amarrar o barbante (e se não tivesse o papai ou a mamãe davam um jeito de arrumar um lugar para furar); que para se fazer um gol não precisava de jabulani, e sim de uma bola (muitas vezes utilizando a cooperação dos amigos com um par de meia de cada para se fazer uma de meia); que tínhamos que arrumar tijolos, pedras ou as próprias sandálias para fazer de trave; que um giz transformava a rua ou os muros ainda no cimento como uma grande tela (as vezes para jogo da forca, outras para amarelinha e outras para desenhos, brincadeiras com os amigos etc); que não tinha cheff melhor que mamãe, ou mecânico de bicicletas como papai; que não tinha brigadeiro e pipoca melhores que os das minhas irmãs (ainda acho que não tem).

E aí me pergunto se devo apresentar e incentivar todas essas coisas do meu passado ao meu filho; se assim não vou afastar ele das crianças do seu tempo criando um ser estranho. O que mais vejo hoje são crianças que tem mais compromissos que adultos: escola, creche, judô, ballet, inglês, francês, flauta, piano, violão, massagem etc. Crianças que não sabem andar de bicicleta, pular corda, jogar bola, brincar de pegador, esconde esconde, amarelinha. Crianças que não conversam com as outras crianças, que não conversam com os adultos, que não perguntam, que não aprendem, que não deixam ensinar, que enfrentam, que respondem. Crianças que são pequenos adultos e não crianças.

O que eu quero pro meu filho? Que quando ele tiver meus netos, ele pense em sua infância e saia bem mais que: “eu jogava Candy Crush”. Quero que ele lembre que acreditava no papai noel, coelho da páscoa, fada do dente e que morria de medo do bicho papão e do homem do saco; que a gente o enganava direitinho. Que ele sonhava algo como voar que nem o super-homem, em pegar uma estrela no céu ou ir à lua. Quero que ele lembre que quando seus pais falavam das brincadeiras de suas infâncias algumas pareciam bem chatas e bobas, mas que outras eram legais e que ele ensinou e usou bastante com os seus amigos. Quero que ele conte como as pessoas eram interessantes, cada uma com uma história, com uma coisa para ensinar. Acho que quero que ele seja um pouquinho eu; mas o “eu” criança… Que saudade de mim!

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CHILE – Chegada e Primeiras Impressões

Começo esse post me lamentando por não ter tirado a foto que merecia mas, espero conseguir descrever o que olhei. Meu sogro sempre disse que sobrevoar a Cordilheira dos Andes é uma experiência única. Discordo! Sobrevoar é: VOAR POR CIMA DE; e nós voamos ao lado, então posso dizer que Voar COM a Cordilheira é realmente uma experiência única. Quando estamos por cima das nuvens, ao lado olhamos os picos com suas poucas coberturas de neve (março faz calor e a maior parte está seco). E abaixo das nuvens um horizonte de montanhas sem conseguir definir bem o seu começo e muito menos o fim. Sensacional! A ansiedade é abafada pela gratidão de ser testemunha dessa obra maravilhosa.

Santiago é uma grande cidade com população em volta de 5,5 milhões de habitantes. Estamos em Providencia e já andamos pelo Centro e outros bairros podendo dizer que é uma cidade limpa. As pessoas são bem simpáticas e prestativas e, pra quem não fala espanhol como nós, a primeira coisa que a gente aprende a falar é “MÁS DESPACIO” (mais devagar). Assim você diminui a barreira da linguagem e consegue se comunicar até com facilidade (eles em espanhol, nós em portunhol). Quando o assunto é taxi, esquece o simpático e prestativo, eles são irresponsáveis no trânsito, utilizando contramão, avançando sinal vermelho entre outras peripécias que se pode aprontar no trânsito. Os taxis não são caros mas indico a andar com dinheiro trocado pra evitar qualquer golpe com a troca de notas .

Já que falamos em nota, uma boa forma de converter o peso chileno pro real é trocando o PONTO por VÍRGULA e multiplicar por 4, ou seja, se o prato custa 4.000 $ chilenos, você troca para 4,00 e multiplica por 4 dando 16,00 R$. É para se ter uma idéia (por alto). Tudo depende da cotação do dia, essa cotação é +/- a nossa hoje (02/03/2012).

Das cidades da America do Sul, é a que tenho me sentido mais seguro. Sempre andando de mochila nas costas e parando para tirar foto. Sempre olhamos policiais nas ruas e pouco se vê as pessoas encarando você ou analisando sua bolsa, mochila, relógio como acontece em alguns cantos. Claro que, como em qualquer lugar do mundo, você deve tomar o mínimo de precaução para não dar sorte ao acaso como não andar sozinho por lugares desertos (e todas as outros que todo mundo tá cansado de saber).

A comida é boa e os pratos são bem servidos. Para quem gosta de frutos do mar eu garanto que vocês estarão no paraíso. Para os que não gostam, como eu, pode se deliciar com os LOMOS, FILETES, PASTAS que não ficam atrás. Muitas vezes você vai pedir pro garçom explicar o que é certo molho ou acompanhamento mas eu garanto que, mesmo sem saber o nome ou o que é, vai ser gostoso.

O geral termina por aqui e agora a gente vai especificando melhor as coisas no post dia por dia.

Hasta Luego

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2012

A Casa do Homem deseja a todos um feliz 2012. Feliz 2012 é muito vago não? Então vamos especificar um pouco:

– que 2012 seja cheio de saúde. E que SAÚDE seja levado mais a sério por todos, principalmente aqueles que a usam como forma de trazer votos. Desejo a todos uma vida menos corrida, mais saudável (boa alimentação e esportes);

– que 2012 seja um ano de PAZ. Que tenhamos menos notícias nos jornais de assaltos, sequestros, assassinatos, roubos. Que a SEGURANÇA seja peça-chave nesse ano e que consigamos ter uma vida mais tranquila daqui pra frente;

– que 2012 seja o ano do Meio-Ambiente aproveitando a SEGURANÇA e SAÚDE para deixar mais os carros em casa e usar os pés, bicicletas, patins, skates etc. Deixando o trânsito mais livre e poluindo menos;

– falando no trânsito, que 2012 seja o ano da EDUCAÇÃO no trânsito. Que as pessoas tenham paciência se alguém cometer um equívoco na frente. Que respeitem as velocidades máximas permitidas e as faixas de proibido ultrapassar nas estradas. Que as pessoas discutam menos e tenham mais tolerância. E que sejam mais pacientes esperando sua faixa andar ao invés de ficar costurando. Eu garanto (utilizando a matemática e física) que um motorista paciente diminui o consumo de combustível do carro;

– já que falamos em faixa e esperar, que esse ano seja o ano da EDUCAÇÃO nas filas também. Filas de estádio, banco, currículos, médicos etc. Que as pessoas consigam ser menos competitivas quanto a isso e consigam esperar sua vez com mais tranquilidade. A pessoa que chegou primeiro e tá na sua frente não é privilegiada ou melhor que você, ela só chegou mais cedo e merece entrar primeiro. Que todos aprendamos a chegar mais cedo;

– e já que falamos de mais cedo, que 2012 seja o ano do COMPROMISSO. Vamos lembrar de cumprir com os acordos, horários, termos, valores. As pessoas precisam ser mais honestas e menos competitivas. Você marcou um horário? Não atrase! Você determinou um horário? Não atrase também! Um dos lados tem que começar a mudar isso e por que não os dois começarem juntos?

– já que falamos em COMPETIÇÃO. Vamos lembrar que COMPETIR não é piorar um, continuar RUIM e colocar um baixo padrão. COMPETIR é melhorar a si elevando o padrão de todos. Que todos saibamos por que competir, se vale a pena. Eu ainda prefiro as pessoas e deixo a competição se for ferir alguém…

Que 2012 sejamos VERDADEIROS, AMIGOS, AMANTES, HONESTOS. SOMAR, DIVIDIR E MULTIPLICAR. SUBTRAIR SÓ QUEM FAZ MAL!

Feliz 2012 a todos.

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Macarrão com Salsicha

Na estréia da RECEITA DA CASA eu não poderia postar outra. Se tem uma coisa que combina é HOMEM NA COZINHA & MACARRÃO, todos os amigos tem uma receita (mesmo que seja miojo). Quem me conhece e tem intimidade a nível de frequentar a minha casa sabe o tanto que adoro fazê-la (e comê-la). Muitas pessoas me pedem a receita e eu sempre dei, mesmo que não tenha sido chamado uma vez sequer para degustá-la como convidado.

Esse macarrão começou com um teste. Na época que éramos namorados minha esposa fez um Spaghetti a Bolonhesa para mim e eu adorei a receita. Um belo dia fui fazer em casa e quando estava no fogo descobri que não tinha carne moída (na época eu primeiro começava a fazer e depois eu via se tinha todo o material necessário). Mas terminei dando de cara com um pacote de salsicha e pensei: “Por que não?” Então aqui vai a receita final com a lista de ingredientes (por favor, comprem ANTES de fazer):

500 g  de macarrão (qualquer um, do spaghetti ao farfale)

1 pacote de salsichas (eu corto em rodelas finas, menos de 1cm)

1 caixa de molho de tomate (tem uns com azeite, com salsa)

1 caixa de creme de leite

1 pacote de sopa de cebola

Como eu preparo: Eu coloco a salsicha pra cozinhar um pouco só na água. Ao mesmo tempo boto a água do macarrão para ferver com sal e um fiozinho de óleo (que nunca entendi pra que serve). Não tenho dica pra cozinhar o macarrão, até grudei vários antes de acertar o ponto. A única coisa que faço é toda hora tirar um fio para provar, a boca não erra. E depois de escorrer eu dou uma lavada nele com água filtrada.

Molho: pego uma colher bem exagerada de margarina e espero derreter completamente e jogo o conteúdo do pacote de sopa de cebola até ficar douradinho. Jogo a salsicha e mexo bastante até pegar em todas. Por fim jogo o molho de tomate e espero esquentar um pouco e termino com o creme de leite.

Muito fácil né? Acho que qualquer pessoa consegue fazer essa receita barata, rápida e que comem até 4 (quatro) pessoas NORMAIS. Para complementar use um queijo parmesão ralado na hora. Se quiser deixar um pouco mais metida, sirva em porção pequena no prato já e acompanhe com um vinho. Agora é só testar e usar a criatividade para melhorá-la. Bom Apetite!

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Playstation no Lar: Amigo ou Inimigo?

Amigo ou Inimigo?

                Na década de 80 o Atari foi trazido para o Brasil e, desde então, toda criança sonha em ter um console de videogame em casa. O tempo passou e a tecnologia dos consoles avançou cada vez mais. Junto com essa evolução, a briga no mercado de games veio também com um novo desafio: conquistar novas faixas etárias e o público feminino. O que antes era uma coisa voltada para crianças hoje consegue abranger todas as idades e gêneros, desde o jogador solitário ao que chama toda a família e amigos. Ou seja, o que era antes vilão das boas notas na escola, agora também é vilão dos relacionamentos.

                Eu vejo muitas amigas reclamarem dos videogames. Algumas lutam para que seu
namorado não compre um porque não suportaria serem trocadas por jogos. A verdade é que é preciso saber jogar com o jogo, e assim você irá sair vitorioso sem danos ou qualquer outra coisa. Digo isso porque algumas pessoas precisam apenas de um empurrãozinho para fazer tudo certo (lembrem o que eu falei sobre INTENÇÃO no Sobre a Casa).

                Quero deixar claro que não sou patrocinado pela Sony e muito menos faço algum tipo de propaganda para ela. A escolha do nome Playstation se deve por eu possuir um e ele ser AMIGO do meu lar, mas, qualquer outro pode se tornar também. Quando comecei a pensar em ter um console eu terminei usando meu trabalho (números, cálculos, lógica, resultados) para pesar todos os prós e contras na decisão de qual comprar e se comprar. A pergunta que mais pesou para essa decisão foi: “COMO TRANSFORMAR MEU BRINQUEDO “CHATO” NUMA COISA ÚTIL/NECESSÁRIA PARA MINHA COMPANHEIRA?”

                O avanço tecnológico citado no primeiro parágrafo foi um ponto positivo nessa transformação. Hoje em dia os consoles deixaram de ser apenas para joguinhos para obter recursos que vão entreter qualquer pessoa. Então hoje você pode transformá-lo num verdadeiro cinema, ou numa academia indoor. Então aqui vai a dica para os amantes de diversas áreas:

– Para os CINÉFILOS

                O Playstation 3 conta com leitor de Blu-ray e diversas saídas de áudio exibindo filmes em alta qualidade de som e imagem. Se você tiver uma TV de LCD/LED e um home com entrada digital ótica, seu CINEMA está pronto. Agora é só convidar os amigos, preparar a pipoca e refrigerante e acomodar todo mundo. Pufes e almofadas podem compor o chão de forma que caiba mais gente, se e somente se, as almofadas não forem objetos sagrados de decoração (como na minha residência). Indico perguntar antes se as almofadas podem ser tocadas!

– Para os ESPORTISTAS

                Playstation, Xbox e Wii utilizam tecnologia para você suar sem sair de casa. O Xbox com o kinect até dispensa o uso de controles para você fazer movimentos mais livres,
o PS3 e o Wii não. Neles você consegue encontrar uma boa gama de esporte: tênis, boxe, vôlei, baseball, boliche, bocha etc. O melhor é que não precisa ser expert e nem estar em plena forma física para jogar. Também abre as portas para deficientes (como cadeirantes, por exemplo) terem sua vez em esportes que não são viáveis na rua. O Wii também possui uma verdadeira academia com o Wii Fit, além de você se exercitar ele dá um balanço do seu desenvolvimento programando sua série de exercícios de acordo com o que precisa ser melhorado.

– Para os MÚSICOS

                Como você tem um CINEMA, você tem um palco de show dentro de casa. O primeiro “jogo” que comprei foi um Blu-ray de Michael Bublé e terminei ganhando alguns créditos. Mas você não quer assistir? Quer fazer música? Sem problemas, a ACTIVISION e
HARMONIX resolveram esse problema com verdadeiras bandas para quem não tem intimidade com instrumentos. Tocar guitarra, bateria, baixo e cantar nunca foi tão fácil com os games Guitar Hero’s e Rockband’s. Mesmo que a pessoa não tenha muita coordenação, quem não gosta de cantar BEATLES?

                Ainda pode ir além e também, praticar Yoga, e até desenvolver certas áreas do cérebro com um programinha chamado Brain Challenge (que utiliza o mesmo princípio do
Wii Fit, ele faz alguns testes e vê o que precisa ser melhorado: memória, raciocínio, tempo).

                Agora que a questão mudou para não transformá-lo em inimigo, basta usar a criatividade para administrar bem a hora de jogar a hora de NÃO jogar (que é a mais importante). Terminei aprendendo da melhor forma (e da pior também) como não se deve proceder e agora preciso da ajuda de todos para continuar as dicas que eu, sem cerimônia vou começar:

  1. Faça um Video-Cheque na locadora mais próxima de casa, assim os filmes sairão com um bom desconto e vai servir de crédito para um dia que você queira jogar mais tempo;
  2. Se tiver apenas uma TV em casa, não vá jogar na hora da novela, nem do jornal e nem do seriado preferido dela. Mesmo se tiver desligada convide e fale: “o que vamos assistir hoje?”. Um dia você se surpreende com um delicioso: “Você quer jogar? Hoje estou cansada e não quero ver TV”;
  3. Se tiver um “quarto da bagunça” e uma TV reserva, jogue o console para lá. Mas não vale deixar o quarto de casal para morar com videogame, nem se trancar com ele depois de passar o dia longe dela. Depois de um dia cansativo de trabalho, elas
    querem um pouco de atenção;
  4. Mesmo com esse investimento, assista os lançamentos no cinema, não deixe de sair no fim de semana e nunca, NUNCA deixe um aniversário dos dois para jogar videogame, pois isso vai repercutir o resto da vida;

E você? Vai ficar que nem o carinha da foto?

Escondidinho

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Abrindo as portas

Esse post é apenas para desejar as boas vindas aos amigos e leitores.

As portas estão abertas. Com muita ansiedade eu compartilho com todos esse projeto.

Para começar com o pé direito eu vou explicar um pouco do funcionamento do blog.

Primeiramente quero dizer que todas as fotos, montagens serão tiradas/feitas por mim. Os textos também. A idéia é fazer posts elaborados com boas fotos e tentando ser bem objetivo e simples. Como precisa de tempo para revisar tudo creio que conseguirei postar uma vez por semana (assim não fica cansativo nem pra mim e nem pro leitor que, se puder ou se lembrar apenas nos fim de semanas, por exemplo, não vai ter uma pilha de posts para se “atualizar”).

Os tópicos abordarão tudo, dentro e também fora da casa. Em muitas vezes é o que se faz fora de casa que pode comprometer toda a harmonia e paz dentro do lar. Aproveitando a oportunidade para comentar que as vezes o necessário para se ter essa harmonia e a paz é justamente a atitude, mesmo se você não souber e se dispor a aprender já é algo que faz você ganhar pontos (desde que seja de coraçã0).

Então, apesar de não entender nada de comportamento humano, já tenho 13 anos vivendo e aprendendo cada dia mais sobre a boa convivência e a divisão de tarefas. Quero aproveitar para reforçar essa abertura de portas: Sintam-se a vontade de participar, com uma dica ou receita, mande por e-mail que será  testado e postado com seu crédito. E peço a permissão para quando minha tentativa não tiver sucesso, compartilhar com vocês e pedir ajuda, topam?

Sintam-se em casa.

 

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